segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Ronaldinho não tem nada de gaúcho

Sim, parte da minha raiva colossal por essa pessoa é porque sou gremista, mas se ele tivesse feito com o Inter o que fez com o Grêmio eu me revoltaria, em intensidade bem menor, mas me revoltaria.
Posso ser bairrista sim, mas acredito que gaúcho mantém sua palavra, na tradição da antiga confiança do fio de bigode. Não é errado ele fazer um contrato com um time que lhe ofereça mais vantagens, mas então para que se pronunciar publicamente declarando amor a um time e uma torcida, que já o tinha perdoado pela cagada de 2001, dizendo que por ele já estaria com a camisa do Grêmio, até mesmo se recebesse um pouco menos, para quê?

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Meu inglês bombando

Maldito have, eu te excomungo!
E vou responder tudo no presente sim, porque o passado já era e se o futuro a Deus pertence eu é que não vou mexer em coisas sagradas.
As estimativas (minhas, claro) apontam que a palavra mais proferida em cursos de inglês é “so”, pra dar aquele tempinho de formular a resposta, no meu caso é “heeeeeeeeeeeeein” porque ainda nem entendi a pergunta quanto mais tenho capacidade de formular resposta.
Bem legal quando o professor pergunta uma coisa para outro colega, eu entendo errado, o colega responde certo e eu começo a rir. Nessas horas de gafe solitária que queria tanto que a Hannah e o Willian ainda estivessem na minha aula!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Avalanche Suíça

Minha desconhecida habilidade culinária e meu conhecido jeitinho de improvisar me fizeram criar essa receita.
Eu me viro bem na cozinha, embora nunca comente isso, até porque nunca tenho espaço nela, visto que minha mãe domina muito bem a arte e pratica com gosto, sendo assim eu fico naquela confortável posição de degustadora.
Nesse feriado TENTEI fazer batata suíça, que eu comi lá em Montevidéu nessa minha última viagem. A expectativa da galera era grande e a fé da minha mãe, de que tudo daria certo, se restringia a uma dúzia de ave marias na volta do fogão. Pois bem, foi pouco, reza mais mãe!
Para fazer batata suíça a gente tem que cozinhar a batata, deixar esfriar e depois ralar ela. Quando a raspadinha de batata estiver pronta a gente coloca metade disso em um frigideira untada, coloca um recheio a gosto e depois cobre com a outra metade. Põe outra frigideira untada encima e vai virando na boca do fogão naquele estilo omelete.
Beleza, lá vou eu.
Até a parte do monta a gororoba tava tudo tranqüilo, mas a intensidade da reza da mãe aumentava bastante conforme se aproximava a hora de virar as frigideiras. Resultado: ela é vidente!
Naquele momento que eu tanto precisava de habilidade consegui virar as frigideiras desencaixadas e lá se foi, pra cima do fogão, um punhado de batata, requeijão, azeitona, queijo parmesão, cenoura cozida e orégano. A cara de “acabou com o almoço de domingo” surge em um segundo no semblante das pessoas quando uma coisa assim acontece. Debaixo de vaias e tomatadas juntei tudo, joguei em uma forma untada, joguei mais queijo, mais requeijão, joguei pedra na Geni e cobri tudo com muito queijo cheddar. Depois coloquei o despacho no forno por uns 15 minutos, ou 20, ou 25, não sei, aconselho forno com porta de vidro e ficar cuidando.
Resultado: ficou tão bom que não deu tempo de fazer uma foto do prato antes de ser devorado, tudo bem já eram duas da tarde e a galera faminta aumentou meu prestígio e glória.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

12/11/10

Sexta, 12...11....10... Contagem regressiva para o feriadão!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

As minhas três vergonhas



Quando mais nova eu carregava três vergonhas comigo, a primeira não saber nadar, muito chato ver os primos se jogando em qualquer água e ficar de longe só olhando, a segunda não saber nenhuma palavra em inglês e viver apelando para o google e a terceira não saber dirigir, isso já com mais de vinte anos de idade. Aos poucos eu fui aprendendo as coisas e na ordem inversa das vergonhas, a carteira de motorista já renovei umas três vezes, o inglês ainda me dá um nó na cabeça, mas já são dois anos e meio de curso e hoje consigo me virar na compreensão, claro, if you speak slowly I can understand. Mas faltava a última. Embora eu faça remo há um tempinho EU NÃO SEI NADAR! Motivo de pânico quando o barco inclina demais e de apreensão por parte dos instrutores lá do remo, afinal o São Gonçalo não é raso e tem uma correnteza bem forte dependendo da vazão entre as duas lagoas. Pois muito bem, já é tempo de acabar com isso. Ontem comecei minhas aulas de natação e esse meu jeito ariano de descrever as coisas pode acabar distorcendo a situação, mas o fato foi: EU AMEI! Não consegui fazer maravilhas na primeira aula, mas a primeira aula fez uma maravilha em mim. Não sei qual a melhor sensação, se a de estar aprendendo uma coisa que eu queria tanto, ou a sensação boa que a água causa na gente.
Agora já quase me considero uma sem-vergonha.

domingo, 17 de outubro de 2010

A coisa tá crítica

E no caso "a coisa" sou eu. Não consigo mais nem entrar no msn, só naquele tempinho pré-on line, que a gente entra off, vê quem tá e lê as frases, nesse pequenino momento, eu já desisto.
Tem gente ali que eu gostaria muito de fazer um contato, mas se eu entrar e a massa "conto tudo da minha vida super bacana ou do meu estado de quase morte" vier falar comigo. Eu não posso com uma janela piscando pra mim e bloquear me dá trabalho e pena, não sei em que proporção de cada ítem e também acredito que não preciso fazer uma equação para esse tipo de questão, mas enfim...
Melissa? Cachaça? Boa noite cinderela?
O que me sugerem para meu momento filhote de Seu Saraiva com Super Sincero? (não tentem imaginar)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A gente tem o gosto do que gosta

Eu que escolho o meu sabor, desde o hálito com essa minha balinha preferida até o sabor de bagunça que tem o meu penteado. Se tem sabor de estranho nos meus sapatos e de florzinha de retalho na lapela do meu casaco, se tem sabor de conforto no meu jeito de andar e sabor de interesse no meu jeito de te ouvir é porque eu escolhi assim. O que eu gosto de fazer, de usar e de falar vai deixando o meu gostinho, exposto para atrair quem goste de mim. E se eu te prendo a atenção é porque, não sei se direta ou indiretamente, eu quis assim, gostando do que tu gostas, fácil assim.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Feliz Primavera!

Eu fui procurar uma foto de flor para colocar aqui, mas era tanto lótus, hibisco, girassol, que eu me perdi nas minhas preferências..
Setembro é um mês que eu gosto muito, tem dia da árvore, dia mundial sem carro e início de primavera, tudo de mãos dadas.
Me agrada muito dar tchau para o inverno e contar com dias de sol que virão, com luminosidade, é outro clima, é outro astral.
Feliz Primavera (austral)!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Pic-nic no trabalho

Imitando a Operação Golfinho, da Brigada Militar, lancei meu projeto verão 2011. Já estou na academia faz algumas semanas, não preciso dizer que subir uma escada é um ato de coragem né?
Hoje, véspera de feriadão, e com parte do projeto abortada ontem depois de uma pequena grande guerra familiar que boicotou minha corrida-morte, eu me vesti de coragem e empolgação e vim pedalando até o trabalho. Como não dá tempo de ir de bike em casa almoçar, pois tenho só uma hora e meia para ir e voltar, sem vomitar o almoço, e o dia, finalmente, é de céu todinho azul, resolvi fazer um pic-nic no mato de pinheiros que tem do lado do prédio. E tava tão bom, e eu comi tudo, e li meu livrinho novo (A Longa Marcha dos Grilos Canibais), e to feliz, muito feliz.

Bom início de feriadão e parabéns gauchada pela nossa semana!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Da série Cantando no Trabalho

"...eu queria ter uma bombaaaaaaaa
um flit paralisante qualquer..."