Sei que a maioria dos love’s, digo, blog’s sempre falam nesse assunto, esse que mexe tanto com todo mundo, mesmo que não se admita. Não sei fazer um texto rimado com palavras difíceis destes que em muitas das minhas leituras fazem eu me sentir uma ignorante. Não sei falar do que, para mim, é o maior de todos os sentimentos. Não sei ora!
Um dia talvez eu consiga, mas por enquanto vou aprendendo com tanta gente que sabe, que faz poesia, letra de música, arranca suspiros, lágrimas, enfim, comove.
Nesse dia vou fazer um poeminha bem curtinho e simples, com palavras de criança e com tamanha inocência que vai ficar claro para qualquer um que leia o que é, na minha versão, o amor.
Mas, enquanto esse dia não chega, deixo aqui o que é para mim o amor, nas doces palavras da Ritinha.
Inocência não sabia escrever cartas de amor
Inocência não sabia escrever cartas de amor: tinha medo de adoecer os suspiros. Entender as coisas alegres era deixá-las, de repente, tristes. O amor não pedia entendimento, mas que ela desse três voltas no cachecol do menino. Só isso o amor pedia: que o pescoço dele ficasse sempre quentinho nas tardes de frio. Só isso. Fim.
(Rita Apoena)